Domantas Sabonis: Valor de troca despenca na NBA
Com lesões, pivô fez apenas 19 jogos na última temporada
Domantas Sabonis está nos rumores de troca da NBA há algum tempo, mas segue no Sacramento Kings mesmo assim. O pivô é alvo de especulações, pois o time californiano está em modo de reformulação. No entanto, quanto mais tempo passa, menor fica o valor de mercado do atleta.
Aos 30 anos, Domantas Sabonis é três vezes All-Star e outras duas All-NBA. Embora esteja quase sempre disponível ao longo da carreira, a última temporada foi bem difícil para o jogador. Lesões fizeram com que ele tivesse apenas 19 jogos em 2025/26, enquanto o Kings passou a dar mais espaço ao jovem Maxime Raynaud.
O problema de Sabonis é que ele vem perdendo o valor. Afinal, quando um jogador fica longe das quadras por muito tempo, é natural que o mercado “esqueça” dele e de tudo o que fez. Mas o fato de Raynaud jogar bem em sua posição tirou uma grande preocupação dos torcedores para o futuro.
É provável, no entanto, que Sabonis comece a nova temporada da NBA como titular, enquanto Raynaud virá do banco. Mas existe a chance de que os dois estejam em quadra ao mesmo tempo. Afinal, a diretoria do Kings procurou um pivô para fazer dupla com ele nos últimos anos e não conseguiu contratar.
Troca de Domantas Sabonis pode acontecer até a trade deadline da NBA
Se as coisas funcionarem para o Kings, a troca de Sabonis pode esperar até o fim da próxima temporada. No entanto, se tudo sair como o previsto, o que seria natural nas atuais condições, ele deve deixar o time na trade deadline, em fevereiro.
Poderia até acontecer agora, mas o time de Sacramento perderia muito em termos de valor. Por isso, ele precisa estar saudável e jogando em seu melhor nível para que a franquia consiga receber melhores jogadores e escolhas de Draft.
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A grande questão sobre Sabonis é que ele vai querer uma extensão máxima em um novo time na NBA. De acordo com Jake Fischer, do Substack, é o que pode fazer o mercado esperar ainda mais.
“Eu sei que o Kings o vê como um jogador que vai render frutos, como escolhas de Draft, mas não é a sensação que tive de outros executivos da liga. Isso porque não se avalia um atleta só pelo que ele é, mas por seu salário, a estrutura de seu contrato e uma extensão que pode pedir”, disse Fischer.
Em pouco mais de 600 jogos na carreira, o pivô possui médias de 16.1 pontos, 10.7 rebotes e 4.9 assistências, além de 34.2% de três.