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Rumores: sete jogadores que estão sobrando nos times da NBA

Mercado de trocas está começando a esquentar no início da temporada 2026/27

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Reprodução / X

A temporada 2026/27 da NBA completou duas semanas nessa terça-feira (3), mas alguns jogadores já estão sobrando nos times, segundo rumores. Aqui, nós listamos sete que devem estar disponíveis para trocas até fevereiro, na trade deadline.

Claro que vários deles ainda podem ficar em suas equipes, pois tudo aqui não passa de projeção. É de acordo com rumores, contratos expirantes que não foram estendidos, movimentação de mercado e, principalmente, se estão fora da rotação dos times. A partir daí, montamos a lista final, embora vários outros tenham ficado de fora.

Jogadores da NBA estão prontos para trocas de times, de acordo com rumores

Não se esqueça que vários atletas da lista abaixo ainda podem produzir. Não vamos trazer nomes como Patrick Williams (Chicago Bulls) ou Jakob Poeltl (Toronto Raptors). Os dois só saem em troca se algum time receber muitas escolhas em um eventual negócio.

Por mais que o Raptors esteja ainda tentando fazer o austríaco se valorizar (e só piorou), o Bulls já desistiu de Williams e só espera o momento certo de dispensar e “parcelar” o vínculo. Talvez, o time canadense tenha de partir para a mesma estratégia.

Só talvez.

1. Michael Porter (Brooklyn Nets)

O ótimo cestinha Michael Porter parece um peixe fora d’água há um ano. Afinal, ele está no Brooklyn Nets, que não tem ambição (ou condições) de vencer com o elenco atual. Com um expirante de US$40.8 milhões, Porter espera que a franquia estenda seu contrato ou o troque para um novo time.

Mas, aqui vai um problema: se o ala sair em troca para um time mais competitivo, existe a chance de seu valor de mercado despencar. Vamos supor que ele vá para uma equipe em que será apenas a terceira opção ofensiva. No Nets, ninguém se importa muito se terá noites ruins. Na nova suposta franquia, por outro lado, cada jogo ruim vira um motivo a menos para ganhar um grande salário.

2. Corey Kispert (Atlanta Hawks)

Especialista nos arremessos de três, Corey Kispert praticamente não pisou em quadra na atual temporada da NBA. Em quatro jogos, ele só jogou 34 minutos no total. Agora, a parte boa: Kispert produziu 30 pontos e acertou oito das 13 tentativas do perímetro (61.5%).

Seu contrato é razoável (US$13.9 milhões em 2026/27 e mais dois anos, sendo o último com opção do time), sabe pontuar, arremessar e ser um “desafogo”. Não é um bom defensor, entretanto. Mas em um sistema com bons jogadores no quesito, com uma marcação zona, ele pode ajudar.

3. Myles Turner (Milwaukee Bucks)

O Milwaukee Bucks é um dos piores times da NBA, mas os rumores apontam que alguns de seus jogadores estão ali só por “aluguel”. Ou seja, como uma espécie de vitrine para que outras equipes tentem trocas e, assim, o Bucks receba escolhas de Draft.

A lista de Milwaukee é grande, mas Myles Turner serve como encaixe em vários times da liga. Apesar de não ser um bom defensor, ele faz o espaçamento que uma equipe precisa, sabe pontuar dentro e fora do garrafão e vai aparecer em highlights de tocos (se é que isso serve para algo). Tem um contrato que ajuda (US$26.6 milhões e mais dois anos), mas vem produzindo números fracos: 8.0 pontos, 5.1 rebotes, 25% de três em 27 minutos. Ele dá tocos (2.9), entretanto.

4. Dejounte Murray (New Orleans Pelicans)

Pode ser só coincidência, mas com Dejounte Murray, o New Orleans Pelicans perdeu seus quatro jogos na atual temporada da NBA. Sem ele, o time venceu os três que disputou. O All-Star de 2022 está cada vez mais disponível, enquanto o jovem Jeramiah Fears ganha espaço.

Seu contrato não é ruim para uma troca, pois cai de US$32.8 milhões em 2026/27 para US$30.8 milhões na próxima. Além disso, é opção do jogador. Ou seja, ele pode ajudar seu novo time com um vínculo mais longo por valores mais justos ao que produz atualmente.

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5. Domantas Sabonis (Sacramento Kings)

O astro Domantas Sabonis está cada vez mais irritado com Darius Acuff no Sacramento Kings. Até então, o pivô era quem comandava as ações ofensivas no time californiano. No entanto, com a chegada do calouro, as coisas mudaram muito e Sabonis passou a ter menos toques na bola do que antes.

E com Maxime Raynaud voltando de lesão nas próximas semanas, o filho do lendário Arvydas Sabonis terá de mostrar o seu melhor para não perder valor de mercado. Quanto antes o Kings fechar a troca, melhor fica para todo mundo.

6. Jalen Green (Phoenix Suns)

Segunda escolha do Draft de 2021, Jalen Green prometia se desenvolver em um grande jogador da NBA. Ficou só na promessa, entretanto. Green não defende, não arremessa bem, não organiza o ataque e virou um grande problema para o Phoenix Suns. Na equipe, é onde as jogadas “morrem” e não acontece nada.

O ideal é aparecer algum time que esteja em reconstrução para absorver seu contrato de US$36.2 milhões, com opção para 2027/28. De preferência, com urgência.

7. Lauri Markkanen (Utah Jazz)

O Memphis Grizzlies é tudo aquilo que a gente achou que seria o Utah Jazz. Ainda é cedo, enquanto o Jazz ainda pode dar uma reviravolta e começar a vencer jogos, mas as lesões já atrapalharam o início. Caso não se recupere em breve, Utah vai tratar de trocar alguns jogadores, como Lauri Markkanen e Isaiah Collier.

Aliás, Collier não ganhou garantia de seu contrato e saiu da rotação no último jogo. Ele será agente livre irrestrito na próxima temporada. O armador agrada boa parte do mercado, então não deve ser difícil. Por outro lado, Markkanen é desejado por vários times e só depende mesmo do que a franquia vai produzir até fevereiro.

Mas mais do que isso, a saída do finlandês deve promover mais espaço ao calouro Darryn Peterson.

Bônus: Kristaps Porzingis (Golden State Warriors)

Por fim, Kristaps Porzingis. Com uma doença (POTS), o letão dificilmente volta às quadras. Então, é mais para o time que o receber consiga levar escolhas de Draft e o Warriors fique com um jogador para competir. Nada além disso.

É provável que Porzingis se aposente e receba apenas US$3 milhões garantidos da próxima temporada.

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Gustavo Freitas

Antes: Jumper Brasil. Co-fundador do site Hoops Brasil, acompanha NBA desde 1989. De Uberaba-MG.

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